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Ilustração de um olho míope e a compensação da miopia através de uma lente negativa. A imagem de um objecto situado no infinito (na prática a mais de 5 metros), é formada dentro do olho antes da retina. A colocação de uma lente negativa ou divergente (mais fina no centro que no bordo), permite a compensação desta deficiência através da formação de uma imagem nítida na retina. Mais |
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Neste esquema, apresenta-se à esquerda um olho hipermetrope. Nesse olho, a imagem de um objecto no infinito, forma-se após a retina o que significa que o indivíduo vê uma imagem desfocada de todos os objectos ao longe e pior ainda ao perto. Se frente a um tal olho for colocada uma lente positiva ou convergente, então a imagem já se forma ao nível da retina permitindo boa visão ao longe e perto. Mais |
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O astigmatismo é um pouco mais difícil de descrever, mas pode ver-se da figura à esquerda, que consiste numa focagem correcta na retina apenas de uma parte da imagem, i.e., apenas existe um meridiano segundo o qual a focagem é correcta. Nos restantes meridianos, o foco pode estar antes ou depois da retina (pode mesmo estar um foco antes e outro depois). O astigmatismo compensa-se com lentes tóricas. Mais |
A presbiopia é um problema visual de natureza diferente doas anteriores. É notada pela dificuldade de visão ao perto a partir dos 40 - 45 anos de vida, numa pessoa cuja visão ao longe sempre foi e continua a ser boa. Para ler com maior nitidez e conforto, é necessário afastar um pouco a leitura.
Não existe qualquer tratamento eficaz para a presbiopia, mas também, é dos defeitos visuais talvez o menos incomodativo, pois é facilmente compensado com o uso de lentes para perto, sendo muito práticos os óculos tipo meia lua (à Mário Soares). Note-se que a dificuldade inicial que é ligeira, vai aumentando progressivamente até estabilizar por volta dos 60 - 65 anos, bastando trocar as lentes cada dois anos, em média. Mais.